Autor: Eliane Barros

Viajante e sonhadora por natureza. E foi viajando que aprendi a reconhecer energias positivas, a confiar no outro, a me entregar, a agradecer. Aprendi que com humildade e coração aberto, quando menos se espera, as experiências acontecem, o conhecimento flui. Viajando percebi que a busca faz parte da essência de cada um de nós e que essa essência é muito mais divina e criativa do que a sociedade nos permite sonhar…
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Vem plantar tudo de novo!

Foi num luau em volta da fogueira, em noite de lua nova, quando pela primeira vez ouvi Conrado Pera cantar e tocar. A música, se bem me lembro, era “Cabelo de Milho”, do grande mestre Sivuca. “Quanta água no coco e o riacho tão seco e só. O cercado é de toco e o arado é de pedra e pó…”, dizia parte da canção… E até hoje sinto que não haveria melhor maneira de ser recebida pela mágica cidade de Alto Paraíso, no coração da Chapada dos Veadeiros (GO), em abril do ano passado.

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Shampoos naturais: cosméticos do Enga (parte 3)

Já faz algum tempo que venho pesquisando sobre novos produtos e receitas caseiras que me permitam uma cosmética mais natural no dia a dia. Algumas dessas receitas, inclusive, já estão aqui no blog, como as do sabonete e do pó dental e enxaguante bucal preparados pelo Yaye –  Cosmética Natural e Aromaterapia e pelo Grupo Timbó de Agroecologia, para o Enga (Encontro Nacional dos Grupos de Agroecologia), que aconteceu na Ecovila Tiba, em São Carlos (SP).

10 passos para uma horta comunitária

Colher alimentos orgânicos e fresquinhos, fazer novas amizades, organizar e participar de oficinas de temas variados, exercer a autogestão e a cidadania na prática…. São muitos os benefícios que uma horta comunitária traz para os moradores e frequentadores de um bairro, quando cultivada em terrenos e praças antes abandonados. A iniciativa vem ganhando cada vez mais adeptos e, aos poucos, transformando a realidade de grandes centros urbanos.

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As incríveis PANCs e o Terra Madre Day

Ontem tivemos a alegria de participar de um dos encontros do Terra Madre Day, em São Paulo (SP). Organizada mundialmente pelo movimento Slow Food, trata-se de uma celebração do alimento local, que se realiza todos os anos no dia 10 de dezembro. Uma oportunidade para refletir sobre o impacto ambiental dos hábitos alimentares e, mais que isso, de agradecer à mãe-Terra por todos os alimentos que ela nos provê, com direito à uma diversidade infinita de nutrientes. Qualquer um pode participar ou organizar um evento, pois, juntos, e em diversos cantos do mundo, podemos demonstrar que uma revolução alimentar global se assenta em raízes locais.

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Cosméticos naturais: sabonetes do Enga (parte I)

Seguindo a proposta da reconexão com a natureza, algo que muito me chamou a atenção no Enga (Encontro Nacional dos Grupo de Agroecologia) foram os cosméticos naturais. Aliás, não apenas chamou a minha atenção, como a da maioria das 600 pessoas aproximadamente que ali estava.

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Fonte: Planeta Sustentável

Quando se fala em economia de água, a maioria das pessoas logo pensa em reduzir o tempo do banho, em preferir o balde à mangueira, entre outras mudanças de hábitos no que se refere à higiene pessoal e à limpeza em geral. Mas o fato é que o consumo de água vai muito além disso. Já parou para pensar na quantidade de água utilizada para produzir tudo aquilo que consumimos, como alimentos, roupas, livros, celulares, entre outros produtos? Isso é o que os especialistas chamam de “água virtual”, aquela utilizada no processo de produção de um bem de consumo ou serviço, e que está embutida de maneira indireta no produto, seja ele de origem animal, vegetal ou mineral.

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Granola: uma receita prática e de fato saudável

Já faz algum tempo que venho observando a lista de ingredientes de todas as marcas de granola que vejo nas prateleiras de lojas de produtos naturais e de supermercados. E eis a surpresa: a maioria delas utiliza derivados de milho ou soja (essas últimas, muitas vezes, vendidas como “granola sem glúten)…

Queijo sem leite?

Uma das coisas mais difíceis de serem substituídas quando se caminha para uma dieta vegana é o leite. Isso porque ele está por todas as partes: em receitas de bolos, de tortas, pães, em vitaminas, em centenas de produtos industrializados (na forma de soro de leite ou leite em pó), e claro, no queijo, já tão enraizado em nossa sociedade. Por isso quando vimos que era possível fazer um queijo vegetal, a partir de castanhas, logo nos encantamos pela ideia e fomos colocar em prática.

Árvore dos milagres

moringaDia desses conhecemos uma árvore que mais parece um milagre da natureza. Originária da Índia, e muito conhecida em países da África, a Moringa Oleifera, da família das Moringaceae, é considerada pela ciência como a planta com a mais alta concentração de nutrientes. Além disso, é de fácil cultivo e de crescimento rápido, suporta longos períodos de seca, e tem propriedade medicinais. Um presente da mãe-Terra.

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Espiral de ervas

Simples e bonita de se fazer, a espiral de ervas é uma ótima solução para quem quer plantar chás e temperos, mas não tem muito espaço para isso no quintal de casa. Sua vantagem é criar diferentes microclimas, permitindo, assim, o cultivo de plantas com necessidades diversas. E com o passo-a-passo a seguir, não vai demorar muito para você querer uma espiral bem na porta da sua cozinha, com ervas orgânicas e fresquinhas!

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Vale do Capão

A ideia de ficar mais tempo no Vale do Capão, e não em Lençóis, como muitos geralmente fazem quando visitam a Chapada Diamantina, partiu de um amigo baiano, o Alexis Gois, que na época estava desenvolvendo um projeto super bacana por lá: o Vale do Graffiti. E foi uma feliz ideia. Sabe aqueles lugares que basta uma volta na praça para logo você se apaixonar pelas pessoas que vivem ali, pelo clima que move a cidade? O Capão é um deles. A sensação é de que o vilarejo propositalmente estacionou no tempo. E assim foi. Por ser um ponto energético muito forte – o céu dali é incrível -, dizem que, na década de 60 e 70, um grupo de pessoas se mudou pra lá para experimentar novas formas alternativas de vida, todas baseadas na contemplação e no respeito à natureza. Pessoas que deixaram o stress do meio urbano para viver a tranquilidade e a paz presentes ali em abundância…

Chapada Diamantina: um tesouro no interior da Bahia

Morro do Pai Inácio

Um céu que, de tão estrelado, nos faz sentir ao lado da lua, e uma cachoeira que, de tão alta, suas águas evaporam antes mesmo de tocar o chão – sim, são mais de 350 metros de queda. E o melhor: isso são apenas duas das preciosidades que a região da Chapada Diamantina guarda para quem a visita. São 152 mil hectares que reúnem cânions, rios, lagos subterrâneos, além de um grande número de nascentes, quedas d’água, corredeiras e cavernas, num cenário mágico que varia entre Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Sua principal atração é o Parque Nacional da Chapada Diamantina, criado na década de 1980 e hoje administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

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Paraíso orgânico pertinho de São Paulo

Não restaram dúvidas na hora de pensar qual seria nosso primeiro post do blog. Afinal, foi no Sítio Olho d’Água onde começamos a resgatar nossa sintonia com a mãe-natureza. Foi ali, em meio a montanhas, hortas, construções ecológicas e pessoas muito especiais, onde partilhamos uma nova forma de (vi)ver o mundo – uma vida baseada nos conceitos da permacultura. Foram cinco dias de muitos aprendizados, experiências, e de autoconhecimento: a primeira de uma série de vivências que vem transformando nossas vidas…